13 de abril de 2017

Mas Heloisa, você só conhece esse estilista? Você é muito repetitiva, não acha? Não sabe falar de outra coisa?

Não, sim e mais ou menos.
 

Eu sei que às vezes parece que esse blog recebe incentivos ilícitos pra ficar falando de Elie Saab e Zuhair Murad, rostinhos libaneses presentes em 90% dos posts (mentira, é bem menos, pode conferir). Mas eu simplesmente não consigo evitar.
 
Em março, meu libanês preferido lançou a coleção Fall Ready to Wear e estou há mais de um mês com as mãos coçando pra compartilhar aqui. Hoje finalmente chegou o dia.
 
O dia em que a gente chora, baba, os olhos brilham, os passarinhos cantam, os sonhos renascem e os boletos continuam vencendo em cima da mesa da sala, trazendo a gente de volta pra realidade.

 

A coleção foi inspirada no Ballet Giselle, um balé do período Romântico, tradicional, lindo, leve e encantador. A coleção do Saab traz uma atmosfera mais dark pra esse universo, mas sem deixar de lado a delicadeza, percebida principalmente nas transparências, rendas e poás. Tudo isso em uma cartela de cores sensacional pra variar.

 

Fiz uma seleção com meus looks favoritos, bora ver!

Veludo, poá, transparência e Saab. Segura esse C-C-C-COMBRO BREAKER.

Um trabalho em bordados e tons de azul que causam mais arritmia que 2 litros de café.

Esse degradê parece de mentira, tamanha beleza. Vestido preto de rendas e veludo, meu coração é seu.

O veludo em cores absurdas e uma heroína estampada pronta pra salvar o mundo.

E se o estampado anterior não era suficiente, receba mais esse. Tem mood gótica, mas tem camponesa também.

E pra finalizar, uma galeria de fotos giga com mais preciosidades dessa coleção:
 


 
E aí, qual seu look preferido?
  
Fotos: Vogue.com

10 de abril de 2017

Era um dia como qualquer outro, entrei na farmácia com o único intuito de me pesar, mas qualquer um sabe que isso é praticamente impossível, afinal quando a gente passa dos 25, as farmácias ganham um significado novo, já perceberam? Já tem uns anos que tenho encarado farmácias como amostras do paraíso que Deus envia pra cá. Porém, com o agravante das $$tentações$$.
 

Tudo isso só pra dizer que fui cheirar um shampoo infantil de maçã verde e no momento exato que as partículas perfumadas do produto adentraram minhas narinas, fui transportada para o ano de 1995 e relembrei na hora de um perfume do Boticário de maçã verde. AH, o maravilhoso e esquisito poder do olfato.
 
Então hoje é mais um daqueles dias em que a nostalgia resolveu entrar pela porta da frente deste blog. Vamos dar as mãos e relembrarmos juntos de alguns itens que marcaram a minha – e com certeza a sua – infância?

PS. Não vale chorar, este é um blog feliz.

1. Esse batom que vinha sem corpo estava presente em todo estojo de maquiagem. Meu sonho era ganhar um big conjunto como esse da foto. Sonho, aliás, nunca realizado.
 
2. Sabonete de casinha do Snoopy da Davene. Clássico dos banhos de criança, cheirosinho e nada fácil de manusear com nossas mãozinhas infantis.
 
3. Angelical Touch foi uma linha da Angélica para o Boticário. Lembro de perfumar minhas Barbies com essa colônia. E lembro do batom que vinha com umas miçangas embaixo e tinha um cheiro muito gostoso.
 
4. Olha aí a linha que originou esse post. Imbatível como escolha de presente nos aniversários dos amiguinhos da escola.
 
5. Todo mundo fala desse batom moranguinho, mas ninguém lembra da uvinha e das maçãs. Lembro de querer retocar o batão na escola, mas não queria sujar o dedo então dava uns beijos nesse treco, HAHAHAHAHA.
 
6. Essa linha da Mônica, se não me engano, era de Camomila e foi sucesso total na época também.

 

1. Se antes eu usava esse rímel pra fazer duas mechas loiras e fingir que era a Geri das Spice, hoje dá-lhe tinta pra camuflar os fios brancos. Eu quase chorei (mentira, sou capricorniana) quando vi esse anúncio com a cara da – nada ousada – Milla Jovivich, porque lembro demais dessa imagem.
 
02. Eu tinha uns batons de potinho muito parecidos com esses da foto, mas não lembro da marca, só lembro do – de novo o poder mágico e teletransportador – cheiro.
 
03. Ma Chérie do Boticário. Na época da pré-adolescência esse era o presente número 1 para as amigas queridas. O perfume é tão sucesso que persiste até hoje.
 
04. Brilho da Avon, eu era viciada. Parece que a marca ainda vende. O mistério é reside em como eu conseguia ir pra escola parecendo que tinha beijado um frango assado. Usei tanto que esse deve ser o motivo da minha atual aversão a gloss e batom brilhante.
 
05. Eu tinha vários desses esmaltes Lapisinhos da Impala… e da Xuxa também! Lembro que quando minha mãe comprou eu não queria usar, porque sempre fui #teamangélica, mas as cores eram lindas e eu não consegui resistir.
 
Deve ter faltado muita coisa nessa lista, mas como a amnésia da pessoa é forte, fiquei até surpresa em relembrar tanto! E vocês, lembram de mais algum item que deveria figurar por aqui?
 
Créditos das fotos:
Loucas por Esmalte, É da sua época, La Vie, Propagandas de Gibi.

6 de abril de 2017

Hey people.
Pra quem perdeu a primeira parte sobre o post de Bariloche, onde falei do hotel que ficamos e dos restaurantes, é só clicar AQUI ou então larga de preguiça e desce a barra de rolagem porque é o post na sequência.

ESQUIANDO NO CERRO CATEDRAL

Transporte até a montanha, aluguel de roupas e equipamentos e como lidar com os tombos.
  
Tinha um ponto de ônibus bem pertinho do nosso hotel que passava ali de hora em hora: o 55, que ia pro Cerro Catedral. Em no máximo meia hora chegava na montanha. A passagem custa 28 pesos, o que dá uns R$ 6,20. BUT ATENÇÃO: Os motoristas não costumam aceitar dinheiro, tem que comprar o SUBE, que é uma espécie de bilhete único deles. Vende em vários Kioskos (os quiosques) pela rua e eles carregam na hora também.
  
Tivemos um problema com esse SUBE porque carregaram em um cartão bloqueado que não passou, aí depois caía o sistema todos os dias e não dava pra carregar. Enfim! Desconfio que a SPTrans controla esse treco também porque né. ~semelhanças~
  
Já tínhamos a maioria das roupas de esquiar, eu precisei alugar só uma calça impermeável. Pra ser sincera, não lembro onde alugamos mas isso não é problema. Porque o que mais tem na cidade é loja de aluguel de roupa e equipamento, então só dar um rolê de buenas pesquisando os preços. Agora, pra alugar equipamento recomendo na montanha porque a não ser que você seja Leo Stronda vibes, aqueles esquis são pesadíssimos pra ficar carregando por aí.

“Mas cês foram pro alto da montanha pra esquiar ou beber?”

Bom, falando sobre o esqui especificamente, seguem alguns comentários:

* Eu imaginei que ficaria dolorida pelos mil tombos. Mas fiquei dolorida pelos movimentos que é preciso fazer (pernas/braços/tensão/medo de cair). É impressionante como esquiar dói! Já os tombos não doem porque a neve é fofa e realmente amortece. Devo dizer que cair é até gostosinho, e isso vindo de uma pessoa experiente que leva uma média de 5 tombos por mês, é informação confiável. PS. LEVEM DORFLEX
 
* Demorei um dia e meio pra aprender a esquiar. Sim, sou lerda. Fiquei nas pistinhas verdes iniciante e em uma azul intermediária que era mais ok – obviamente caí 50x mais na azul enquanto crianças de 5 anos passavam ao meu lado fazendo a coreografia do lago dos cisnes equilibrando uma torre de pratos na cabeça.
 
* Quando tá sol, tá MUITO sol na montanha então vamos fazer o Pedro Bial e não esquecer do protetor solar, MUITO MENOS do protetor labial. Lembrei do primeiro, esqueci do segundo. No último dia parecia que tinha esfregado um 1 litro de tabasco na boca.
 
* Sabe aquele ditado que diz que na vida a gente cai mas levanta quantas vezes for preciso? Pois é, fiquem sabendo que levantar de um tombo com esquis no pés é quase tão difícil quanto esboçar um sorriso antes das 9h da manhã.

 

A montanha branquinha e eu com meu amigo Olavo, o Olaf do Piqueri

TEMPERATURA EM SETEMBRO

Neva ou não neva, Silvio?

Setembro é baixa temporada e é um risco ir e não ver neve. Por outro lado, os preços são bem mais convidativos e tem menos gente esquiando nas montanhas, o que significa menos filas pra alugar equipamentos e pra pegar os teleféricos/bondinhos. No fim demos muita sorte! Chegamos dia 06/09 e a última nevasca tinha sido dia 30/08. But nevou na montanha a madrugada inteira do dia 09 e quando chegamos de manhã na estação, estava tudo branquinho até na base, uma coisa linda! Ainda nevou lá em cima também. Mas foi só esse dia. Essa época, segundo os taxistas, já não neva mais na cidade. Portanto se você quer ver a neve linda caindo dos céus em direção à sua face e queimando suas bochechas, melhor ir mais pro meio de agosto.

Tinha nevado a madrugada toda, o Cerro Catedral estava lyndro!

CHOCOLATERIAS

Eu ia dividir esse tópico em 2 e falar das chocolaterias que mais perdemos GANHAMOS tempo: Del Turista e Rapanui, mas dane-se o Del Turista, vou falar só do Rapanui por motivos de MEU DEUS, QUE LUGAR.

 

Lojinha do Rapanui que fica no Cerro Catedral e a vitrine da loja maior na cidade

 
Rapanui é vida, se você for à Bariloche e não experimentar o FraNui, você desvia seu caminho do céu, estou avisando. Não sei se estou exagerando porque amo frutas vermelhas e chocolate, mas que combinação dos deuses. Imagino o ser iluminado que olhou pra Framboesa, pro chocolate branco, pro chocolate ao leite e pensou OPA. ISSO DÁ MATCH.

Um eskibon de chocolate preto e branco com recheio de framboesa e sabor de sonho, vida, felicidade e amor

Pra finalizar, Bariloche no geral é muito legal. As construções em estilo suíço lembram Campos do Jordão, a cidade tem restaurantes ótimos e as pessoas são super simpáticas. Uma coisa que me impressionou foi a quantidade de cães de rua que tem lá – e são todos gigantes! Gigantes, peludos, ursos e maravilhosos. Dá vontade de trazer todos. TEM GOLDEN E LABRADOR DE RUA, cês tem noção?

Lago Nahuel Huapi e um dog na rua que por poucos não enfiamos na mala e trouxemos pro Brasil

Enfim, eu e meu namorado amamos, recomendamos e com certeza queremos voltar um dia.

Centro de Campos, OPS, Bariloche


 
É isso! Curtiram? Qualquer dúvida podem deixar nos comentários 😉

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